19 4 / 2012

"´´Quando não se tem o que se ama, é preciso amar o que se tem."

(via iot)

(via minhavidasemti)

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19 4 / 2012

"Mas aqui vai o que você precisa ter sempre em mente. O ontem não existe mais para você. Ele desapareceu enquanto você dormia. Já era. Será mais fácil agarrar uma nuvem de fumaça. Você não pode mudá-lo nem melhorá-lo. Sinto muito, segundas chances não são permitidas. A areia da ampulheta não volta para cima. O ponteiro dos segundos do relógio se recusa a andar para trás. O calendário mensal se lê da esquerda para a direita, e não ao contrário. O ontem não existe mais para você. O amanhã ainda não existe. A não ser que você acelere a órbita da Terra ou convença o Sol a nascer duas vezes antes de se pôr, você não pode viver o amanhã hoje. Você não pode gastar o dinheiro de amanhã, celebrar as conquistas de amanhã, nem resolver os problemas de amanhã. Você só tem o hoje. Este é o dia em que o Senhor agiu. Viva nele. Você tem de estar presente para ganhar. Não sobrecarregue o hoje com os arrependimentos de ontem nem o estrague com os problemas de amanhã."

Max Lucado.  (via enaltecida)

(Source: momentos-so-meus, via cataclismas)

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19 4 / 2012

"Hoje eu não vou chorar,
vou deixar pra amanhã,
e assim por diante,
vou deixando as lágrimas
para depois (…)
Pra depois de amanhã."

 Luciana Soares, Arte Poética.  (via cataclismas)

(via cataclismas)

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19 4 / 2012

"Calei, porque achei que seria melhor.
Tranquei a sete chaves, um sentimento
que talvez não
seria compreendido
Calei meu bem, e calarei de novo.
Antes bem guardado, do que revelado
para quem não entende de amor."

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19 4 / 2012

"O destino tá esfregando na minha cara.
E eu fechando os olhos pra não enxergar."

Luciana Soares, Arte Poética. (via cataclismas)

(via cataclismas)

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19 4 / 2012

"Dentro dos meus braços,
Os abraços hão de ser milhões de abraços.
Apertado assim, colado assim, calado assim.
Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim."

Vinícius de Moraes.  (via cataclismas)

(Source: maria-de-barro, via cataclismas)

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19 4 / 2012

"Talvez seja só desanimo. Ou quem sabe é só preguiça. A verdade é que eu ando meio indisposto, sem vontade de levantar da cama, sem um pingo de vontade de ir viver."

Querido John   (via desejo-lhe)

(via vendo-sonhos)

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19 4 / 2012

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19 4 / 2012

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19 4 / 2012

"Você nunca sabe ao certo em que momento o amor surge, afinal ele não sabe mandar recado. O certo é que em algum instante - cedo, tarde, demorado, longo, em seguida, curto, logo, devagar, rápido - você sente a presença dele em coisas aparentemente insignificantes, mas que viram motivos, razões, causas, efeitos, manifestações, sentidos. Na verdade o amor é uma imensidão da alma, você passa a se amar mais e aprende a se doar. É quando você lava o rosto e tira o medo, lava o corpo e renova a energia."

Clarissa Corrêa    (via cataclismas)

(Source: clarissacorrea, via cataclismas)

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07 4 / 2012

"Você tem medo de se apaixonar. Medo de sofrer o que não está acostumada. Medo de se conhecer e esquecer outra vez. Medo de sacrificar a amizade. Medo de perder a vontade de trabalhar, de aguardar que alguma coisa mude de repente, de alterar o trajeto para apressar encontros. Medo se o telefone toca, se o telefone não toca. Medo da curiosidade, de ouvir o nome dele em qualquer conversa. Medo de inventar desculpa para se ver livre do medo. Medo de se sentir observada em excesso, de descobrir que a nudez ainda é pouca perto de um olhar insistente. Não suportar ser olhada com esmero e devoção. Nem os anjos, nem Deus agüentam uma reza por mais de duas horas. Medo de ser engolida como se fosse líquido, de ser beijada como se fosse líquen, de ser tragada como se fosse leve. Você tem medo de se apaixonar por si mesma logo agora que tinha desistido de sua vida. Medo de enfrentar a infância, o seio que criou para aquecer as mãos quando criança, medo de ser a última a vir para a mesa, a última a voltar da rua, a última a chorar. Você tem medo de se apaixonar e não prever o que pode sumir, o que pode desaparecer. Medo de se roubar para dar a ele, de ser roubada e pedir de volta. Medo de que ele seja um canalha, medo de que seja um poeta, medo de que seja amoroso, medo de que seja um pilantra, incerta do que realmente quer, talvez todos em um único homem, todos um pouco por dia. Medo do imprevisível que foi planejado. Medo de que ele morda os lábios e prove o seu sangue. Você tem medo de oferecer o lado mais fraco do corpo. O corpo mais lado da fraqueza. Medo de que ele seja o homem certo na hora errada, a hora certa para o homem errado. Medo de se ultrapassar e se esperar por anos, até que você antes disso e você depois disso possam se coincidir novamente. Medo de largar o tédio, afinal você e o tédio enfim se entendiam. Medo de que ele inspire a violência da posse, a violência do egoísmo, que não queira repartir ele com mais ninguém, nem com seu passado. Medo de que não queira se repartir com mais ninguém, além dele. Medo de que ele seja melhor do que suas respostas, pior do que as suas dúvidas. Medo de que ele não seja vulgar para escorraçar mas deliciosamente rude para chamar, que ele se vire para não dormir, que ele se acorde ao escutar sua voz. Medo de ser sugada como se fosse pólen, soprada como se fosse brasa, recolhida como se fosse paz. Medo de ser destruída, aniquilada, devastada e não reclamar da beleza das ruínas. Medo de ser antecipada e ficar sem ter o que dizer. Medo de não ser interessante o suficiente para prender sua atenção. Medo da independência dele, de sua algazarra, de sua facilidade em fazer amigas. Medo de que ele não precise de você. Medo de ser uma brincadeira dele quando fala sério ou que banque o sério quando faz uma brincadeira. Medo do cheiro dos travesseiros. Medo do cheiro das roupas. Medo do cheiro nos cabelos. Medo de não respirar sem recuar. Medo de que o medo de entrar no medo seja maior do que o medo de sair do medo. Medo de que a alegria seja apreensão, de que o contentamento seja ansiedade. Medo de não soltar as pernas das pernas dele. Medo de soltar as pernas das pernas dele. Medo de convidá-lo a entrar, medo de deixá-lo ir. Medo da vergonha que vem junto da sinceridade. Medo da perfeição que não interessa. Medo de machucar, ferir, agredir para não ser machucada, ferida, agredida. Medo de estragar a felicidade por não merecê-la. Medo de não mastigar a felicidade por respeito. Medo de passar pela felicidade sem reconhecê-la. Medo do cansaço de parecer inteligente quando não há o que opinar. Medo de interromper o que recém iniciou, de começar o que terminou. Medo de faltar as aulas e mentir como foram. Medo do aniversário sem ele por perto, dos bares e das baladas sem ele por perto, do convívio sem alguém para se mostrar. Medo de enlouquecer sozinha. Não há nada mais triste do que enlouquecer sozinha. Você tem medo de já estar apaixonada."

Fabrício Carpinejar (via beatriz-favato)

(Source: emendar-nos, via anap3)

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07 4 / 2012

"Com o tempo, você vai percebendo que, para ser feliz, você precisa aprender a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você."

Mário Quintana  (via dreamer-machine)

(via as-cores-de-abril)

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07 4 / 2012

(Source: painlessbullet, via 27-06)

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07 4 / 2012

(Source: regenerada, via anap3)

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07 4 / 2012

"Quando tudo nos parece dar errado
Acontecem coisas boas
Que não teriam acontecido
Se tudo tivesse dado certo."

(Renato Russo)

(Source: apesares, via anap3)

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